quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

JUS AO NOME!


Bonito, no Mato Grosso do Sul, é uma cidade com paisagens fantásticas 
 
Texto e fotos: Eliana Malízia


Acordar às 04h00 e ir para a estrada logo de madrugada não foi nenhum problema. Eu e uma amiga, Monise Alencar, subimos em nossas motos e partimos para uma aventura inesquecível. Tivemos que passar o dia todo pilotando até o destino de nosso sonho: a cidade de Bonito, um dos lugares mais cobiçados do Brasil. Era uma quinta-feira e fazia um dia ensolarado. Amarramos nossas mochilas nas motos com as famosas “aranhas” e, neste dia, rodamos 1.300 km em uma tocada só.



VIAJANDO...
Na Rodovia Castelo Branco, pegamos a entrada com sentido a Bauru (SP). Dali, encaramos muitos quilômetros pela Rodovia Marechal Rondon. No entanto, passando por Bauru, após termos rodado um pouco mais de 400 km, surgiu o primeiro imprevisto: o pneu traseiro da moto de Monise furou.


Como estávamos preparadas, com o telefone da Rodovia na carteira, pedimos socorro e a moto foi guinchada até a borracharia mais próxima. Deu tudo certo: o pneu da moto foi consertado, mas, entre esperar o guincho e consertar o pneu, perdemos três horas de viagem.


Depois, rodamos mais 100 km e o segundo e último imprevisto aconteceu: uma forte chuva surgiu e a visibilidade ficou péssima. Eu nunca havia presenciado uma chuva com vento tão forte! Fomos praticamente jogadas para o acostamento com a força do vento e ficamos assustadas, segurando com força nossas motos, para que elas não caíssem. 


Não aguentei e a força do vento derrubou minha moto. Corri para ajudar minha amiga. Pode parecer loucura, mas Monise e eu caímos na risada – parecia cena de filme! Carros e caminhões paravam com medo da chuva, mas nenhum motorista teve coragem de nos ajudar. Pouco depois, felizmente, a chuva e o vento passaram e pudemos seguir viagem. 


Confira a matéria completa na edição 134 da revista Moto Adventure

Copa Brasil de MotoCross Freestyle 2012


Norte-americano Wiley Fullmer e “Zoio” completaram o pódio da sexta edição da maior competição nacional da modalidade

A Copa Brasil de MotoCross Freestyle 2012 prometia ser a edição de mais alto nível da competição que é considerada a maior da modalidade no país. E a expectativa foi superada. Os pilotos voadores surpreenderam os cerca de 8 mil presentes no Postinho, na Praia da Barra da Tijuca, no último domingo (15), e deram um show de ousadia. 

O duelo entre Brasil e Estados Unidos foi vencido pelo agora hexacampeão da prova. Gilmar Flores, mais conhecido pelo codinome Joaninha, desbancou o norte-americano Wiley Fullmer, que acabou em segundo, e confirmou a invencibilidade. Henrique Balestrin, o “Zoio”, completou o pódio.

“Estou muito feliz por ter ganho mais um campeonato. Esse ano foi ainda melhor pela rivalidade entre Brasil e Estados Unidos. É muito bom ter representado bem o meu país”, comemorou o piloto de 31 anos de Sinop (MT), vencedor de todas as edições da competição.

O norte–americano de 24 anos que chegou com a missão de tirar a coroa de Joaninha sofreu com o forte calor carioca e não se sentiu bem nos primeiros dias da competição. Fullmer se recuperou para a segunda volta das eliminatórias neste domingo e, mesmo abatido, se classificou em primeiro lugar para a grande final. 

Joaninha passou em segundo, seguido por Fred Kyrillos, Zoio, Jeff Campacci e Marcelo Simões. Na primeira volta da final, Joaninha garantiu a sua melhor pontuação, 332.6, com variações do backflip que fizeram o público ir ao delírio. Zoio, o pupilo de Joaninha, começou a volta com a sua especialidade, a entortada, e seguiu com manobras alucinantes, como a dead body, na qual o piloto faz um ângulo de 90 graus com a moto. No somatório inicial, o atleta, que também é de Sinop (MT), ficou na segunda colocação.

Se na primeira volta da final Fullmer não foi bem e garantiu apenas a quarta colocação, a sua segunda volta fez o coração de Joaninha bater mais forte. Após furar o pneu em sua segunda tentativa, o hexacampeão viu o norte-americano arrancar gritos histéricos da plateia e dar tudo o que podia em busca do título. A performance melhorou, o que garantiu ao atleta a soma de 291,5 pontos, mas não foi o suficiente para superar Joaninha.

“O Joaninha é muito bom e fez uma ótima apresentação. Fiquei super feliz com o segundo lugar. Estava doente e consegui fazer boas manobras, mas ano que vem eu vou roubar a medalha dele”, brincou Fullmer.

Com apenas 18 anos, Zoio confirmou a evolução e garantiu o terceiro lugar, com 265 pontos. Fred Kyrillos ficou em quarto, com 257.5 pontos, Marcelo Simões em terceiro, com 250 e Jeff Campacci, que caiu na primeira volta quando fazia um backflip, em sexto, somando 207.5.

A Copa Brasil de MotoCross Freestyle foi uma realização da IMX, com patrocínio da YamahaTNT e Ipiranga e apoio da SubPrefeitura da Barra da Tijuca, Prefeitura do Rio de Janeiro e Domino´s Pizza.  

Confira o resultado final:
1 – Gilmar Flores, "Joaninha" – 332.6
2 – Wiley Fullmer – 291.5
3 - Henrique Balestrini, "Zoio" – 265
4 - Fred Kyrillos – 257.5
5 - Marcelo Simões – 250
6 – Jeff Campacci – 207.5

Evento!

A Melbourne Tour oferece a oportunidade de você participar e conhecer a trigésima edição do maior encontro de motos do Oeste Americano. O evento reúne mais de 50.000 mil motos na cidade de Laughlin, e tem início no dia 25 de Abril e término previsto para o dia 01 de Maio. Com direito a desembarque em Las Vegas seguindo direto para Laughlin. Não dá para ficar de fora!

Para maiores informações entre em contato com a Melbourne Tour
Tel: (11) 3082-6613 ou E-mail: anaceleste@mbtour.com


Inclui

-Hospedagem em Las Vegas e Laughlin

-Carro

-Seguros e taxas

-Seguro de Assistência de Viagem

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dramático Dakar!

Foto da Home: Marcelo Maragni- Red Bull Content Pool





8 ETAPA – de Copiapo a Antofagasta
A oitava etapa do Dakar foi dramática, quando um trecho de lama ameaçou bloquear a passagem dos participantes de todo o Rali. Nas motos a grande polêmica ficou sobre a punição do piloto francês Cyril Despres (KTM Red Bull) que ficou preso neste buraco e sofreu um revés de 8 minutos até a decisão da organização de voltar atrás e livrá-lo desta punição.
A organização, no final mudou a rota do rali, por isso levou em consideração a perda de tempo dos sete pilotos que chegaram até este trecho.
Ao final da etapa de ontem Marc Coma venceu esta especial e assumiu a liderança geral com 1 min. e 26 seg. a frente de Cyril e 49 seg. a frente do terceiro Rodrigues.

"Eu estava na rota certa quando acertei um buraco de lama e foi uma dura desaceleração, quando fui direto por cima do guidão! Em seguida, o piloto Paulo Gonçalves ficou preso e ao final ajudou a puxar-me para fora do buraco. Eu não posso agradecer o suficiente a ele, que foi era um verdadeiro cavalheiro. Depois que consegui limpar a lama para fora do radiador, em seguida, fui tão regular quanto possível para o encerramento desta etapa, afirma Cyril Despres.

"Obviamente estou aliviado que a federação reagiu rapidamente e que recuperei o tempo já que o trecho foi alterado. Por outro lado, todo incidente custou-me muito mais tempo do que isso e a liderança geral da competição. O importante é que não estou chateado e posso continuar em boas condições", finaliza.

HOJE – 11/01/12
9 ETAPA – Antofagasta a Iquique – 665km

Depois de ficar preso em um buraco de lama ontem (8), Cyril Despres (KTM Red Bull) atacou duramente o dia de hoje, e venceu com 3'54 de vantagem para Marc Coma. Na classificação geral, Cyril recuperou a liderança à frente Marc Coma com 2'28 de vantagem.

"Comecei esta manhã com a firme intenção de recuperar algum tempo perdido. Infelizmente as coisas não correram exatamente de acordo com os planos, já que fiquei preso atrás de outro piloto por mais de 100 km! Ainda, terminei a primeira especial com cerca de três minutos e meio de vantagem. Fisicamente não me senti mal com a moto, depois de ontem estou me sentindo bem forte para continuar", conclui.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Marc Coma retoma liderança e Felipe Zanol se adianta

               O espanhol Marc Coma reassumiu a liderança                         Foto: Marcelo Maragni


O recomeço hoje do Rally Dakar foi marcado por uma revirada na liderança, reassumida pelo espanhol Marc Coma depois que seu companheiro, o francês Cyril Despres, se atrapalhou num lodaçal, logo no primeiro  trecho da especial de 477 Km, a mais longa até agora, seguida de outros 245 Km de ligação, entre Copiapó e Antofogasta, no Chile.

Despres perdeu com isso a vantagem que obtivera quando Marc Coma cometeu um erro de navegação, na terceira etapa da prova. Entretanto, os dois pilotos de fábrica da KTM Motorcyles se mantêm com folga na dianteira, com quase uma hora adiante do terceiro colocado, o portugês Helder Rodrigues, de Yamaha. Em quarto na geral vem o francês David Casteu, de Yamaha e em quinto o espanhol Jordi Viladons, de KTM formando o Top 5 após a oitava de 15 etapas do Dakar.


O brasileiro Felipe Zanol cumpriu mais uma etapa entre os ponteiros, perdendo 15 minutos do seu tempo na classificação geral pela troca de motor, mas sem perder posição. Perdeu também alguns minutos no mesmo atoleiro que segurou Cyril Despres e outros pilotos. Mesmo assim ganhou uma posição na geral, indo da 16ª para a 15ª na geral.

A prova se reiniciou hoje (9) para cumprir o techo mais dificil dos seus 9 mil quilômetros. Na primeira parte encerrada com o dia de descanso neste domingo, nada menos que 50 dos 180 competidores que largaram já estavam fora da competição. Entre elas a Aprília do chileno Francisco “Chaleco” Lopes, por ferimento nos tendões e ligamentos do joelho, na sétima etapa. Ele havia vencido a primeira etapa da prova, uma especial de apenas 60Km, a única não dominada pelos dois pilotos de fábrica da  KTM.


Classificação do Rally Dakar após a 8ª Etapa:


·         1-  COMA (ESP)
KTM
23:24:18
-
-
·         2-  DESPRES (FRA)
KTM
23:33:50
00:09:32
-
·         3-  RODRIGUES   (PRT)
YAMAHA
00:15:55
00:51:37
-
·         4-  CASTEU (FRA)
YAMAHA
00:34:55
01:10:37
-
·         5-  VILADOMS (ESP)
KTM
00:36:45
01:12:27
-
·         6-  FARRES GUELL (ESP)
KTM
00:40:23
01:16:05
-
·         7-  SVITKO (SVK)
KTM
00:42:58
01:18:40
-
·         8-  GONCALVES (PRT)
Husqvarna
00:46:44
01:22:26
00:06:00
·         9-  PEDRERO GARCIA (ESP)
KTM
00:50:49
01:26:31
00:15:00
·         10- PAIN (FRA)
YAMAHA
01:06:11
01:41:53
-
·         11- BOTTURI (ITA)
KTM
01:06:16
01:41:58
-
·         12- ULLEVALSETER (NOR)
KTM
01:13:11
01:48:53
00:40:00
·         13- FARIA (PRT)
KTM
01:24:09
01:59:51
00:40:00
·         14- GOUET (CHL)
HONDA
01:40:15
02:15:57
-
·         15- ZANOL (BRA)
KTM
01:46:28
02:22:10
00:40:00
·         16- CZACHOR (POL)
KTM
02:09:10
02:44:52
-
·         17- AUBERT (FRA)
KTM
02:18:29
02:54:11
-
·         18- CECI (ITA)
KTM
02:19:54
02:55:36
-
·         19- GYENES (ROU)
KTM
02:42:48
03:18:30
-
·         20- KNUIMAN (NLD)
KTM
02:42:53
03:18:35
-

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

SBK Series fecha o ano com chave de ouro


Sob céu azul e calor de 32ºC em São Paulo, mais de 20 mil pessoas compareceram ao autódromo de Interlagos e viram a mais emocionante etapa do SuperBike Series Brasil na temporada 2011.
Com muitas ultrapassagens, pegas alucinantes e alternância de posições, a corrida terminou com a vitória de Danilo Andric (#64), da equipe Limited Motosports, a 10ª vitória dele no ano. Outros dois que comemoram muito no último domingo, 18, foram Alecsandre de Grandi (#90), o Doca, da Team de Grandi Bardahl, que, com o quarto lugar, sagrou-se vice-campeão do TNT SuperBike; e José Luiz Teixeira (#51), o Cachorrão, da J. Cachorrão RT, que chegou em quinto e ficou com o vice-campeonato do SuperBike Series Brasil.

Para Andric, seu desempenho na corrida foi dez. “Uma vitória em Interlagos sempre tem um gosto especial. Foram dez vitórias ao longo do ano, mas nenhuma foi fácil. Então, quero agradecer a todos os pilotos que correram comigo e me ajudaram a fazer essa festa. Sei que nos divertimos muito”, comemorou o piloto #64.

Vice-campeão do TNT, Doca falou sobre sua conquista. “Fico feliz de ter sido vice-campeão do TNT. No ano passado, fui vice no geral e este ano do TNT. Estou muito feliz com o resultado. Para 2012, vou com um equipamento mais novo, pois este já está defasado. Quero estar mais competitivo ainda”, contou Doca.

O outro vice-campeão do dia, Cachorrão, disse que seu ano foi abençoado. “A primeira etapa foi a pior pra mim. Hoje, mesmo com o quinto lugar, sei que foi uma das melhores provas do ano. Administrei a quinta posição e consegui o vice no geral e o terceiro lugar no TNT. Este ano, eu fiquei com o terceiro lugar no Pirelli, o terceiro no TNT e o vice no geral, e isso é tudo pra mim”, vibrou o piloto da J. Cachorrão RT.

A corrida

Na largada, Andric manteve a primeira posição, seguido por Diego Pretel (#88), da Metric Method. Quem se deu bem na largada, como de costume, foi Doca, que saltou do sexto para o terceiro lugar. Cachorrão e Bruno Corano (#34), este da Desodorante Gillette SuperBike Team, não largaram bem, o piloto #51 caiu da quarta para a sétima posição, já o #34 caiu de quinto foi para sexto.

Já na segunda volta, Andric abriu um segundo de vantagem para Pretel. Na volta seguinte, Corano recuperou a quinta posição, após ultrapassar Rafael Paschoalin (#111), da TT Brazilian Team.

Tentando tirar a diferença para Andric, Pretel estabeleceu a volta mais rápida da prova, 1:41.482 na quarta volta. Com isso, diminuiu a diferença para 0.7 do líder. Enquanto isso, a briga pelas quinta, sexta, sétima e oitava posições ficou eletrizante. Corano, Paschoalin, Cachorrão e Benedicts travaram pegas alucinantes. Durante toda corrida, eles alternaram posições.

Na nona volta, a disputa pela liderança ficou intensa. Após um erro de traçado de Andric, Pretel assumiu a ponta. Na mesma volta, porém, Andric reassumiu o primeiro lugar. O piloto #88, no entanto, não deixou por menos e, no “S do Senna”, ultrapassou o piloto da Limited Motosports. Na décima primeira volta, Andric ultrapassou Pretel e voltou à liderança. Logo atrás dos líderes, Pedrosa, que era o quarto e perseguia Doca desde o início da corrida, enfim, conseguiu passá-lo e ficar com a terceira posição.

Faltando duas voltas para o fim da corrida, Andric imprimiu um ritmo mais forte e aumentou a diferença para Pretel, de 0.8 para 1.5. Na última volta, com 1.6 de vantagem, o piloto #64 desfilou em Interlagos e cravou mais uma vitória no SuperBike Series em 2011, a 10ª dele na temporada.

Presença ilustre

A última etapa do SBK Series contou com a participação do bicampeão mundial de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, que conduziu a moto-madrinha à frente dos 55 pilotos na volta de apresentação. Fittipaldi pilotou uma Kawasaki ZX-10R World Champion Edition, criada para celebrar os 40 anos do primeiro título mundial dele na F-1.

Pneus da Superbike Series

Nas categorias de 1.000cc e 600cc SuperSport o pneu utilizado é o Diablo Super Corsa, o mesmo equipamento do Campeonato Mundial de Superbike (WSBK). Ele traz tecnologia desenvolvida pela Pirelli nas pistas dessa competição, o que garante grande dirigibilidade, maior controle, repostas rápidas e segurança. Os compostos de rápido aquecimento têm aderência extrema e suportam velocidades superiores a 320 km/h. Os pneus também asseguram frenagens mais precisas e equilíbrio nas entradas de curva em alta velocidade. O pneu da categoria 600cc Naked é o Diablo Corsa III e o das divisões de 250cc é o MT 75.

O SuperBike Series Brasil tem a realização da MotoSchool. Patrocínio de TNT, Pirelli, Mobil, Kawasaki, Dia-Frag, TNT Energy Drink, Alpinestars, Brembo, Shark. Apoio da Prefeitura da Cidade de São Paulo, São Paulo Turismo e ESPN Brasil.

Resultado final da 14ª etapa do SuperBike Series

1º) 64 - Danilo Andric (BM, SP), 17 voltas em 29:09.623 (média de 150,72 km/h)
2º) 88 - Diego Pretel (BM , SP), a 1.150
3º) 42 - Heber Pedrosa (HO , SP), a 7.920
4º) 90 - Alecsandre de Grandi (HO , SP), a 8.705
5º) 51 - José L.Teixeira (BM , SP), a 18.779
6º) 97 - Rodrigo de Benedicts (BM , SP), a 19.968
7º) 111 - Rafael Paschoalin (BM , SP), a 21.214
8º) 34 - Bruno Corano (SZ , SP), a 22.714
9º) 66 - Luiz Cerciari (BM , SP), a 46.089
10º) 19 - Ricardo Pelosini (HO , SP), a 46.446
11º) 18 - Bruno Silva (HO , SP), a 46.605
12º) 8 - Daniel G Mendonça (HO , BA), a 55.820
13º) 71 - Jaime Cristobal (KV , SP), a 1:01.825
14º) 171 - Michel Dacar (BM , SP), a 1:03.954
15º) 41 - Massao Nishimoto (BM , SP), a 1:04.600
16º) 141 - Wado Gomes (HO , SP), a 1:12.925
17º) 54 - Matheus Piva (YM , SP), a 1:13.985
18º) 38 - Ivan Gouvêa (SZ , SP), a 1:32.259
19º) 70 - Ricardo Kastropil (BM , SP), a 1:32.628
20º) 80 - Mauricio Paludete (SZ , SP), a 1:35.245
21º) 99 - Ricardo Gornati (BM , SP), a 1:46.860
22º) 3 - Cezar Lombardi (SZ , SP), a 1 volta
23º) 33 - Fabinho Brandt (TR , SP), a 1 volta
24º) 7 - Leonardo Moya (HO , SP), a 1 volta
25º) 192 - Marcelo Morães (DU , MG), a 1 volta
26º) 112 - Davi Costa (HO , SP), a 1 volta
27º) 12 - Pedro Gonçalves (KV , SP), a 1 volta
28º) 128 - Leymar M Sanches (BM , SP), a 1 volta
29º) 60 - Osmar Gonçalves (HO , SP), a 1 volta
30º) 86 - Rodrigo Barbosa (TR , SP), a 1 volta
31º) 23 - Ives Morães (TR , GO), a 1 volta
32º) 13 - Ricardo Pitty (KV , SP), a 1 volta
33º) 22 - Glaucus Vinicius (KV , SP), a 1 volta
34º) 48 - Rodrigo Pacheco (HO , SP), a 1 volta
35º) 89 - Jean Balech (BM , SP), a 2 voltas
36º) 11 - Fernando Ferraz (KV , SP), a 2 voltas
37º) 31 - Rafael Gomide (SZ , SP), a 5 voltas
38º) 100 - Aloisyo Coutinho (HO , PE), a 9 voltas

Confira a classificação final do TNT SuperBike (10 primeiros)

1º #64 - Danilo Andric – 199 pontos
2º #90 - Alecsandre de Grandi – 140
3º #51 - Cachorrão - 131
4º #34 - Bruno Corano - 126
5º #97 - Rodrigo Bene - 125
6º #88 - Diego Pretel - 118
7º #42 - Heber Pedrosa - 107
8º #19 - Ricardo Pelosini - 79
9º #8 - Daniel Mendonça - 73
10º #18 - Bruno Silva – 72

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O melhor de dois mundos!


Kawasaki Vulcan Custom incorpora o moderno e o clássico em um conjunto agradável 

Texto e avaliação técnica: Nenad Djordjevic
Fotos: Sidney Tuma

Na edição 125 de Moto Adventure (abril de 2011), avaliamos o modelo Classic LT, pertencente à família Vulcan, da Kawasaki. Chegou a vez de sua irmã – Custom – mostrar seus predicados.
A Vulcan Custom é um dos três modelos que compõem a linha Vulcan da montadora japonesa. Ligeiramente diferente da moto avaliada então, a Custom tem um ar mais agressivo, retratado pelas rodas de liga leve, pintura fosca e detalhes esportivos. Apesar dos modelos dividirem boa parte dos itens, pequenas diferenças os tornam peças únicas e com características de dirigibilidade distintas.

VISUAL
Ao contrário de sua irmã de ares clássicos, a Vulcan Custom tem linhas que evidenciam a modernidade. A roda dianteira, de 21, projeta a frente da moto para cima e para frente, dando substancial destaque à parte frontal do veículo. A pintura fosca e pouco uso de cromados conferem-lhe um ar "bad boy", jovial e contrastante com as irmãs Classic e Classic LT.
O restante da matéria você confere na edição 133 da Revista Moto Adventure. Já nas bancas!